Greve dos Caminhoneiros ganha força e já tem data para começar; confira os motivos da paralisação

Foi definido que uma nova greve dos caminhoneiros será iniciada no dia primeiro de fevereiro.

Reprodução: Internet

A paralisação já foi aderida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores (CNTTL), filiada a CUT, e recebeu apoio da Federação Única dos Petroleiros.

A principal reivindicação dos motoristas é alta no preço dos combustíveis. A alta de 4,4% aplicada pela Petrobrás já começou a valer nas refinarias e até o final da semana o reajuste deve chegar as bombas dos postos de todo o país.

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Segundo presidente da Associação dos Condutores de Veículos Automotores (ABRAVA), Wallace, a adesão pelo movimento está aumentando, e diz está cada vez mais difícil para os caminhoneiros arcar com os altos custos. Wallace enfatiza que a categoria precisa “cobrar o governo para reduzir os impostos sobre o combustível.”

GOVERNO FEDERAL PEDE CALMA A CATEGORIA

O Governo Federal acredita que a paralisação está controlada, mas sabendo do aumento de pessoas ligadas a categoria se aliando a greve, Bolsonaro fez um apelo para que o movimento não aconteça.

Estamos buscando alternativas, reconhecemos o valor do caminheiro para economia do Brasil, apelamos para eles que não façam greve porque todos nós vamos perder, sem exceção. Agora a solução não é fácil”

O Presidente da República confirmou que o governo estuda alternativas para reduzir o impacto do PIS/Cofins no diesel, mas deixa claro que cada centavo de redução representa 800 milhões de reais que precisam ser encontrados em outro lugar.

“Para cada centavo no preço do diesel, que por ventura nós queremos diminuir, no caso Pis/Cofins, equivale a buscarmos em algum outro local 800 milhões de reais. Então, não é uma conta fácil de ser feita”, disse.

Ao ser questionado quando o governo teria uma resposta, acrescentou:

“Não dá para dizer porque você olha o impacto, multiplica 33 centavos por 800 milhões, dá 26 bilhões mais ou menos, é um volume bastante grande.”

O PAÍS PODE PARAR COMO EM 2018

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Em 21 de maio de 2018 aconteceu uma paralisação de caminhoneiros autônomos que ficou conhecida como a Crise do Diesel, se estendendo a todo o território nacional, na época no governo de Michel Temer.

Ao todo foram 9 dias de greve geral da categoria. Se não houver um respaldo do governo atual para as reivindicações dos caminhoneiros, os protestantes esperam alcançar o mesmo êxito como em 2018.

Por: André Santos | @dehsantos.oficial

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